Brokk e Eitri
Eitri começou a trabalhar em sua forja enquanto seu irmão Brokk trabalhava no fole. Loki, na forma de uma mosca, começou a ferroar Brokk, tentando minar seus esforços de manter a fornalha quente. Eitri foi bem sucedido em construir, com uma tira de couro na fornalha, o Javali Dourado Gullinbursti para Frey, enquanto Loki ferroava sua mão. O anel de ouro Draupnir para Odin, enquanto Loki ferroava sua nuca. Mas enquanto forjava o martelo Mjölnir, Loki conseguiu distrair Brokk por um momento ferroando o seus olhos, o que fez com que o punho do último fosse mais curto do que deveria ter sido, mas ainda assim o deus Aesir se maravilhou com o presente, fazendo o mesmo sorrir, algo que não era muito comum para o Asgardiano. Thor precisava usar as luvas de ferro Járngreipr quando empunhava o martelo, juntamente do cinto megingjord (o cinto da força) que dobrava a força do deus.
Os Aesir ficaram maravilhados com os presentes de Brokk e Eitri, que assim ganharam a aposta, mas Loki não permitiu que lhe cortassem sua cabeça, pois o ato feriria sua garganta, não incluída na aposta. No entanto, os deuses admitiram que Brokk costurasse a boca de Loki, para que não pudesse gabar-se enquanto a linha não saísse.
| Raça | Anões |
| Familiares | Desconhecido |
Gullinbursti
Quando Loki adquiriu os cabelo de ouro de Sif, o navio de Frey, Skidbladnir e a lança Gungnir de Odin, feitos pelos Filhos de Ivaldi, ele apostou sua própria cabeça com Brokk que seu irmão Eitri (Sindri) não seria capaz de fazer itens para igualar a qualidade dos mencionados acima. Então, para presentear Frey, Eitri jogou uma pele de um porco na fornalha, e junto com Brokk, ele trabalhou no fole, fabricando o javali Gullinbursti, que tinha cerdas em sua crina que brilhavam no escuro.
Valquírias
O resto dos soldados que morrem em batalha vão para o campo de vida após a morte chamado Fólkvangr, governado pela deusa Freya.
Elas tinham o dom da clarividência, que lhes permitia sentir quando um guerreiro morreria. Além disso, elas poderiam influenciar o destino dos mortos adiando sua morte, ou poderiam deixá-los perecer em batalha.
Essas mulheres controlavam o destino dos mortais com teares mágicos feitos com cabeças humanas para pesos, intestinos para fios e flechas e espadas usadas para batedores. Assim, usavam esses materiais para tecer o destino de cada guerreiro em uma tapeçaria que predizia o resultado da batalha.
Valquírias também têm força sobre-humana que as torna lutadoras ágeis e habilidosas. Elas podem se mover sem serem vistas e, segundo algumas histórias, podem assumir a forma de um animal ou pássaro. No entanto, por mais fortes que sejam, elas não têm permissão para lutar nas batalhas que testemunham.
Outra habilidade interessante que as Valquírias tinham era preparar e servir hidromel. O hidromel que elas prepararam não era apenas delicioso, mas tinha propriedades mágicas de cura que melhoravam a memória, curavam feridas e aumentavam a força.
Por fim, segundo a mitologia nórdica, o brilho deslumbrante que se via em regiões do planeta próximo aos polos; ou seja, as auroras boreais existem por causa da cavalgada das guerreiras. As luzes eram referentes ao brilho de seus escudos e representava o espírito das mulheres guerreiras.
Ask e Embla
Após os irmãos Odin, Vili e Vé matarem o Jotun (gigante de gelo) Ymir, eles criaram os reinos com a sua carne. Enquanto eles caminhavam no litoral da terra que criaram, o trio viu dois troncos de árvores em forma humana flutuando na água. Os deuses os puxaram para o chão para inspecioná-los e concluíram que os troncos das árvores estavam sem vida. Eles se pareciam tanto com a aparência dos deuses, no entanto, que os três irmãos decidiram dar-lhes vida.
Primeiro, Odin infundiu os pedaços de madeira com o sopro da vida e os transformou em seres vivos. Então, Vili e Vé deram a eles a capacidade de pensar e sentir, assim como a visão, audição, fala e roupas. Eles nomearam o casal de Ask e Embla. Eles deram a eles Midgard como sua morada e os deixaram para povoar e civilizar livremente como bem entendessem.
Sleipnir
O Nascimento de Sleipnir
Thor, O Matador de Gigantes, estava longe de Asgard matando gigantes no norte, quando um hrimthurs, disfarçado como um humano pedreiro, ofereceu-se para reconstruir a muralha em torno de Asgard em troca do sol, da lua, e da deusa Freya. Os deuses aceitaram, acreditando ser um bom negócio, uma vez que parte da muralha já estava caindo aos pedaços. Além disso, o gigante precisaria completar o seu trabalho em apenas seis dias, pois Thor retornaria no final deste prazo e o mataria.
O gigante fez somente uma pergunta: poderia usar o seu garanhão (cavalo) cinza, Svadilfari (traduzindo, "escravo", ou possivelmente "condenado"). Loki rapidamente aceitou o acordo, antes que qualquer outro deus pudesse fazer uma objeção. Usando o garanhão, o gigante começou a construção da muralha, e receberia o sol, a lua e Freya. Os deuses, vendo isso, ficaram furiosos com Loki, e disseram que, caso eles perdessem, o torturariam eternamente (o que aconteceu de outra forma). Então, enquanto Svadilfari estava carregando o último tijolo para completar a muralha, Loki transformou-se em uma linda égua branca, e atraiu o garanhão para longe, irritando o gigante, que começou a destruir a muralha com sua fúria. Assim, enquanto destruía a muralha, Thor apareceu e esmagou o gigante com o seu martelo Mjolnir. Loki, mais tarde, deu à luz Sleipnir, a montaria de Odin, que é descendente do garanhão cinza Svadilfari e Loki enquanto ele era uma linda égua branca.
Huginn e Muninn
Geri e Freki
No Grimnismál, um dos poemas da Edda Poética, Odin (sob o disfarce de Grímnir) conta ao jovem Agnarr, dentre muitas coisas, que alimenta Geri e Freki com a sua parte dos banquetes, enquanto ele próprio consome apenas vinho. Isso porque Odin não precisa comer, pois o vinho é para ele tanto comida quanto bebida.






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